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Kew Gardens, o jardim botânico de Londres

26 jul

O Kew Gardens é o jardim botânico de Londres, com mais de 250 anos de existência. É também uma importante instituição de ensino e pesquisa na área. É um dos maiores do mundo, o seu herbário, por exemplo, tem mais 7 milhões de espécimes de toda a parte do mundo e a sua coleção de plantas chega a 30 mil. Em 2003, ganhou o título da UNESCO de patrimônio cultural da humanidade por conta da sua contribuição para a pesquisa botânica e, também, pela sua extensa coleção e conservação de plantas vivas.

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As estufas do Kew são incríveis, pois reproduzem diferentes tipos de vegetação encontrados em diferentes partes do mundo. Então, você encontrará desde cactos a enormes palmeiras tropicais ou vegetação dos Alpes.

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O kew é enorme e além das estufas e casas dedicadas às espécimes de plantas, há museus, palácio, restaurantes, cafés, construções históricas, lagos.

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Há uma atração que adorei, que se chama Toptree. Nada mais é que uma passarela construída no topo das árvores para você observar os pássaros. Algumas atrações são sazonais.

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Infelizmente, diferente de muitas atrações londrinas, o Kew Gardens não é gratuito. O ticket custa 14,50 libras e menores de 16 anos não pagam.

Toptree

Olhem o site do Kew, você pode baixar aplicativo gratuito para explorar o parque, se informar sobre os horários dos tours guiados e também consultar o que eles consideram as atrações principais.

Estação de metrô: Kew Gardens Station (District Line, sentido Richmond)

Stratford-upon-Avon: terra de William Shakespeare

16 fev

Stratford-upon-Avon é a cidade do interior inglês onde William Shakespeare nasceu e morreu. Ela fica às margens do rio Avon e tem como estilo arquitetônico predominante o Tudor, diferente do estilo Vitoriano, mais comum em Londres. A cidade é uma gracinha e começou a ser ponto turístico forte na Inglaterra após a morte de Shakespeare, em 1616.

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Começamos o nosso tour pela casa onde Shakespeare nasceu, em 1564. A casa está muito bem conservada e a cada cômodo, uma parte da história do Shakespeare é revelada, sobre a sua educação, família, hábitos da época e pessoas ilustres que visitaram a casa, como o Charles Dickens e outros escritores famosos. Uma curiosidade é uma cama, que ficava bem na janela, dando para a rua e que, provavelmente, não era usada. Cama, naquela época, era status e por isso essa exposição pública, embora a família de Shakespeare não fosse rica.

A casa que Shakespeare nasceu!

A casa que Shakespeare nasceu!

Nessa casa, descobri ainda que Shakespeare teve gêmeos. Aos 11 anos, o menino, chamado Hamnet faleceu, e há algumas teorias que relacionam a morte desse filho com a peça Hamlet e A décima segunda noite, na qual narra a história de uma menina que acreditava que seu irmão gêmeo está morto, mas tem uma surpresa no final. No fim desse tour, ainda pegamos algumas encenações das obras do Shakespeare no jardim da casa; era só pedir que as mocinhas interpretavam um trecho de uma obra do Shakespeare na hora.

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No jardim...

No jardim…

O próximo ponto que visitamos foi a Nash’s House e New Place. A Nash’s house era a casa do marido da neta do Shakespeare, onde abriga atualmente um museu sobre a história local. Por ela, acessamos a casa onde o Shakespeare morava quando não estava em Londres e onde morreu. Na verdade, a casa foi demolida e o que restou foi um jardim. O curioso é a história dessa demolição. O proprietário que comprou a casa do Shakespeare – irritado com a quantidade de turistas que batiam em sua porta atrás de um pouco da história do escritor – resolveu cortar uma árvore que teria sido plantada por Shakespeare. A população local, revoltada, apedrejou a casa. Além disso, foi negado ao proprietário uma extensão do jardim e ainda teve a sua taxação aumentada. Em retaliação, ele resolveu demolir a casa do Shakespeare. Bem, a casa foi demolida, mas a curiosidade sobre a vida do escritor tá longe de ter um fim…

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Depois dessa visita fomos ver o Hall’s Croft, casa onde a filha de Shakespeare morou. Ela era casada com um médico e a casa era considerada bem luxuosa para a época. Nos jardins, há as ervas que o doutor Hall usava para fazer seus remédios.

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Visitamos também o túmulo do Shakespeare, na Trinity Church. Bem, pagamos 2 libras para ver o tal túmulo e confesso que não achei nada demais. Sim, claro, túmulo sempre é um túmulo, mas como tive que pagar, achei que haveria algo mais, alguma informação histórica, alguma curiosidade, mas não. É só ver o túmulo dele mesmo, o que não me interessou muito, até porque acho invasivo demais.

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Depois margeamos o rio Avon à procura de um lugar para comer, e nos deparamos com uma paresentação de teatro gratuita, num gramado. Estavam apresentando “Sonhos de uma Noite de Verão” e ficamos lá sentados um pouquinho.

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Bem, tentamos ir também no chalé da Anne Hathaway, esposa de Shakespeare, mais velha 7 anos e com quem casou já grávida de 3 meses e com quem teve 3 filhos. O chalé fica um pouco mais afastado do centro e  é uma lindeza. Mas, ao invés de pegármos um ônibus, decidimos ir a pé, por meio de um pasto, quando caiu um toró daqueles e ficamos enlameados da cabeça aos pés. Quando chegamos lá, o local havia acabado de fechar. Faltou planejamento, mas faz parte da turistação esses descaminhos…

Chalé da Anne hathaway por fora!

Chalé da Anne hathaway por fora!

São 5 atrações que fazem parte do tour do Shakespeare. Você pode pagá-las individualmente, ou fazer uns pacotes. Individualmente sai muito caro. Para ter noção, para visitar duas atrações, já sai o preço para visitar as 5. Pagamos então as 5 atrações, embora tenhamos visitado só três delas. Todas as informações aqui.

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Em Stratford-upon-Avon, também fica o Teatro Real de Shakespeare, aberto em 1986, onde peças dos Shakespeare são encenadas, além de abrigar exposições, como de figurinos e cenários. Não nos programamos para entrar, mas pode ser uma boa assistir uma peça nesse local!

Rio Avon

Fomos para Stratford de trem. Demora mais ou menos 2 horas e os trens saem da estação Marylebone. Trem é bem caro aqui no Reino Unido, às vezes fica mais caro viajar para uma cidade ao lado do que viajar para outro país. Se você estiver em grupo, pode usar a promoção groupsave, na qual com 2 tickets, 4 viajam no horário fora de pico. Bem, olhei as tarifas, os preços variam de 15 libras a 80 libras, então é bom pesquisar antes de chegar na estação. Há opção de viajar de ônibus, custa 15 libras e tem duração de 3h30. Olhe aqui.

Castelo de Windsor

3 fev

Como estou sumidaça do blog, fiquei meio sem saber como retornar a postar por aqui. Então, resolvi publicar os posts que fiz há um tempão atrás, mas não terminei, para ver se, quem sabe, entro no ritmo de novo. 😉
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Quando meus pais vieram me visitar em 2011, foi a primeira vez deles fora do Brasil, do Estado, dentro do avião. Estava muito ansiosa para eles chegarem e mostrar para eles um pouquinho de uma outra realidade e cultura. Fiquei bem livre nessa época para turistar bastante e fazer com que a temporada deles aqui fosse a melhor possível para eles se animarem a retornar sempre…=)DSC01001

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E eles queriam muito ver um castelo, como de filme. E Buckingham, residência oficial da rainha em Londres e local de trabalho dela, não é exatamente um castelo, mas sim um palácio, até bem “simples” por fora.DSC01009

Então decidi ir à cidade de Windsor, visitar o castelo, onde é a residência oficial da rainha fora de Londres. O castelo de Windsor é a residência real mais antiga habitada, sendo residência para reis e rainhas britânicos por mais de 1000 anos! Abriga algumas cerimônias oficiais e também recebe alguns convidados especiais, inclusive para pernoitar.DSC01010

Uma parte do castelo pode ser visitada, como a capela de São Jorge, o salão de jantar e a maravilhosa casa de bonecas da Rainha Maria. A mais antiga ordem de cavalaria do mundo – a ordem da Jarreteira- composta pela Rainha, o Príncipe Charles e mais 24 cavaleiros também presta serviço em Windsor.

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Os meus pais adoraram o passeio. Mamãe falou quando entrou num dos suntuosos salões: “Não sabia que havia tanta riqueza no mundo!”. Pois é , mamy, pena que não é para todos!

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A cidade de Windsor é bem pequenina e charmosa, surgiu para atender as demandas do castelo. Almoçamos no centrinho e depois caminhamos pelo Tâmisa para aproveitar o solzinho.

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Para chegar de Londres é super fácil, demora menos de 1 hora e há trens saindo da estação de Paddington. Se você estiver com um grupo de 3 ou 4 pessoas, você paga o preço de 2 adultos no trem, se viajar fora do horário de pico. Peguei esse desconto! Olhem esse site: http://www.daysoutguide.co.uk/group-save

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Custa 18 libras para entrar no castelo de Windsor, mas há desconto para maiores de 60 e crianças. Para mais informações sobre preços e horário de funcionamento, olhe aqui: http://www.royalcollection.org.uk/visit/windsorcastle/plan-your-visit

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Chá da tarde inglês

20 dez

Não é nenhuma novidade que o chá é uma paixão nacional aqui. Não era adepta do chá no Brasil, acho que o clima também não ajudava muito, sempre tão quente. E também por associar o chá à doença; sempre quando estava com algum probleminha, lá vinha mamãe com aquele chá preto, de boldo, ou seja lá o que for, que me fazia desmaiar de horror…rs!

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Só aqui que a história mudou. Amo chá atualmente e nos meses de muito frio tomo sempre antes de dormir. Lembro que havia chegado recentemente aqui e visitei uma casa onde me ofereceram chá, como não sei dizer não, aceitei e tomei aquela caneca meio que passando mal, mas daí pra frente fui me habituando e hoje sou viciada. Inclusive tomo com leite, o que achava bem estranho no início. Só nos chás do estilo preto se pode colocar leite, Felipe colocou leite num chá do tipo “branco”, de ervas, e o pessoal do trabalho dele gargalhou, achando bizarra a combinação! Para a gente, sem entender muito a lógica do chá, qualquer chá podia colocar leite…rs! Essa vida expatriada não é mole!

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O chá é popular na China há 5000 anos. Aqui na Inglaterra, essa paixão nacional é relativamente recente. Nos anos 1660, o rei Charles II e sua esposa portuguesa Catarina de Bragança fizeram o hábito de tomar chá se tornar popular. O chá da tarde inglês foi introduzido ainda depois, por Anna, VII duquesa de Bedford, no ano de 1840. Na época, o hábito era existir somente duas principais refeições, o café da manhã e o jantar. Essa jovem, esfomeada, passou a agendar um lanche no seu quarto às 16h da tarde, com chá e sanduíches. Depois, passou a convidar amigos para tomar esse chá às 16h no salão e em pouco tempo este virou um evento social, se espalhando pelas altas classes e servido sempre entre as 16 e 17h da tarde.

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Recentemente visitei dois chás da tarde. O primeiro foi no Double Tree by Hilton, para comemorar os 30 anos de uma amiga querida. Pegamos uma promoção 2 por 1 no site de vendas coletivas Groupon (U-hu!). Estava tudo gostoso, mas faltou um clima chá da tarde. O preço é 25 libras sem champanhe ou 30 libras com uma taça de champanhe.

O segundo chá da tarde que fui foi no Fortnum & Mason, uma loja super tradicional e antiguíssima, de 1707, que tem seus produtos recomendados pela realeza. Esse é mais carinho e custa 40 libras, sem champanhe. É necessário agendar, dá para fazer online e é bem simples e rápido. Apesar de ser bem bonito o salão de chá, não é tão chatinho em relação a vestimenta, pois há chás da tarde aqui que tem que ser de terno e gravata, como o do hotel Ritz.

Bem, confesso que demorei quase três anos para conhecer um chá da tarde tradicional aqui em Londres. Há quem ache que é uma atração turística imperdível, eu não sei, sabe. Fico na dúvida se vale o preço. É gostoso, claro, mas acho  muito formal para mim.

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Harry Potter Tour @ Warner Bros Studio em Londres

18 dez

Depois de 8 filmes, em 2011, a saga Harry Potter chegou ao fim nos cinemas. Com fãs no mundo inteiro, de todas as idades, é claro que o estúdio Warner Bros não iria deixar essa mina de ouro morrer assim. Então, esse ano, a Warner  abriu o mega estúdio para visitação.
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Sendo fã ou não do Harry Potter, achei incrível o tour. Conhecer os bastidores de uma produção como essa, para quem se interessa por cinema, é fantástico. Eles mantiveram os cenários e roupas originais e ainda mostram detalhes sobre efeitos especiais usados e outras curiosidades. Ainda, todo o trabalho de pre-produção, desenhos, maquetes, pesquisas, erros e acertos…

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Cerveja amanteigada. Simplesmente terrível! rs!

Eu li todos os livros e adoro, então foi um prazer ver o salão principal, onde todas as casas faziam as refeições, o dormitório dos meninos, o escritório do Dumbledore, a cabana do Hagrid, o beco diagonal, a casa de varinhas…e imaginar como aquilo tudo ali, se transforma e parece realidade no cinema. É mágico!

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O tour não é baratinho, considerando o tanto de atrações turísticas gratuitas em Londres. Crianças com menos de 4 anos não pagam, de 5 a 15 anos, pagam 21,50 libras e depois disso, 29 libras. Mas acho que vale a pena sim o dinheiro. O tour é livre, exceto pelo começo, no qual há uma breve apresentação. E não é pequeno não. Ficamos lá 2h30. No nosso grupo haviam 4 fãs do livro/filme e um, meu sogro, que acha uma palhaçada Harry Potter…hahaha…mas até ele curtiu. =) É essencial agendar com antecedência. Quando decidimos ir, conseguimos quase um mês depois um horário no fim de semana…

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O Beco Diagonal é lindo!

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Para chegar, se você quiser ir de transporte público, é bem fácil e rápido, mais ou menos meia hora do centro de Londres. Você pode pegar um trem (Euston) ou overground até Watford Junction e de lá há um ônibus do estúdio saindo de 30 em 30 minutos, a partir de 9h20 (o próximo 9h50, depois 10h20 e por aí vai) até 17h20. O ônibus custa 2 libras ida e volta. Há outras opções, olhe aqui.

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Pura ilusão de ótica!

Para mais informações, acesse o site.

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Richmond Park

15 dez

Richmond Park é o maior parque real de Londres. Para se ter uma ideia, ele tem uma área de 10 km², enquanto o Hyde Parque tem 1,41 km² e o Central Park, de Nova Iorque, 3,41 km².

Richmond Park

Mas diferente do Hyde Park e Central Park, o Richmond não fica numa área central, mas sim na zona 4 do metrô de Londres.  É considerado uma reserva natural e também a maior área verde urbana de Londres. O diferencial desse parque é que cerca de 600 veados vivem livres em seus campos. Isso porque o Richmond era um local de caça da realeza. O rei Charles I, que estava em Richmond com sua corte se abrigando do surto de peste em Londres, viu que a área era excelente para caça e, a despeito das reclamações dos proprietários de terra  locais, mandou fechar essa grande área com um muro, colocando cerca de 2000 veados nela e criando oficialmente o  parque para caça em 1637.

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Eu fiquei igual a uma criança atrás dos veados. Assim que chegamos no parque já nos deparamos com um grupo enorme de veados tomando sol. Fiquei com medo de me aproximar, mas vi que haviam famílias perto, fazendo picnic e lá fomos nós. Esse grupo era daqueles veados com galhos enormes na cabeça, que mais pareciam troncos. Medooo! Depois, caminhando no parque, vimos também veados de outro tipo, do estilo bambi do desenho, saltitando na mata. Lindos! Foi incrível!

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Outro ponto interessante do parque é o monte Rei Henrique VIII. De lá, se pode avistar a catedral de St Paul, que fica na zona 1 da cidade, a mais de 16 km. Tal proeza é conseguida porque essa vista é tombada, o que impede que construções altas sejam feitas de modo a obstruir essa vista. Há 13 dessas vistas protegidas em Londres. Londres é uma cidade bem horizontal, as leis são rígidas quanto à construção de prédios altos, principalmente em áreas onde pode afetar a Londres antiga. Geralmente os grandes prédios se localizam na City e em Canary Wharf, centros financeiros da cidade.

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O parque é muito grande e nos arrependemos de não ter alugado uma bicicleta para explorá-lo e também de não ter feito uma mochila com comida, pois nos perdemos várias vezes lá e demoramos horrores para achar uma lanchonete. Ficamos com inveja da galera fazendo aquela farofa nos campos verdes do parque….;)

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Há metrô e trem para lá. A linha do metrô é a district line (verde) e a estação Richmond.

Let it Be e Jersey Boys

8 nov

Já falei de musicais nesse post aqui e nesse aqui. Recentemente vi mais dois musicais, que valem a pena serem registrados nesse diário virtual.

Let it be estreou em setembro em Londres, no teatro Prince of Wales, para comemorar os 50 anos do primeiro grande sucesso dos Beatles. Bem, Let it be não é exatamente um musical, mas uma apresentação, um show cover com excelentes músicos. A principal crítica ao musical recaiu sobre esse aspecto, a falta de surpresa e/ou história. Porém, segundo o diretor, a intenção dele era essa mesma, fazer uma apresentação dos Beatles o mais próxima do que ela era.

A verdade é que se você não for esperando altas histórias e cenários elaborados, acho difícil não gostar! As músicas são excelentes, os músicos estão muito bem e o astral da platéia é o do melhor. Bem, mas se você estiver procurando um musical estilo Broadway, aí pode se decepcionar pela simplicidade do show.

O Jersey Boys está em cartaz em Londres há 4 anos e conta a história do Frankie Vallie e os The Four Seasons, banda de muito sucesso nos anos 1960. Não é simplesmente um show, mas uma musical que documenta a história do grupo. Adorei! A produção é simples, mas o roteiro e as músicas são contagiantes e pode ser uma boa opção para os apreciadores de música (é menos teatro e muito mais show e história).

Eu sou uma fã confessa de musicais. Descobri esse prazer aqui em Londres, pois no Brasil só me lembro de ter assistido um musical no teatro, sobre os Beatles. Já vi vários, de todos os tipos. E sempre o que penso é que se você nunca viu nenhuma peça, eu sempre recomendo em ir numa mega produção, com efeitos e toda a parafernália, para você sentir a vibe de estar vendo uma produção diferenciada num teatro. Depois que já viu uma mega produção, aí já dá para explorar os musicais menores e novos.

Acho que sempre é bom dar uma pesquisada, pois sempre há aquelas peças para pegar trouxas. Eu mesma já caí em algumas furadas, mas como moro aqui, vale o risco! Mas para quem tá vindo por um período curto, não pode bobear. Eu tenho as minhas preferidas, que continuam sendo Wicked, Singin’ in the rain e Billy Elliot! Mas há muitas outras famosas como O Fantasma da Ópera que está há 25 anos em cartaz aqui!

Para comprar com desconto, eu compro no site do lastminute ou vou na praça Leicester Square, onde há vários lugares onde vendem peças pela metade do preço para o dia, como TKTS.

Let it Be!

Photographer: Bruce Glikas, © Broadway.com / Devo ter alguma foto desse musical, mas é claro que não a encontrei na bagunça do meu computador…rs!