Arquivo | Estudos RSS feed for this section

University of Greenwich

24 jan

Na primeira semana de aula, fomos convidados a fazer um tour pela universidade para conhecer melhor a história do local. Eu, obviamente, fui, pois adoro história e seria uma ótima oportunidade para conhecer melhor a universidade que estudaria nos meses seguintes. Infelizmente, na minha primeira semana de aula, meu inglês estava terrível e não consegui captar tudo que me foi dito, mas fiz uma pesquisa bem básica para escrever sobre os tópicos que lembro.

Queen Anne (esquerda) e Queen Mary (direita, fundo)

Adoro esses lustres de lá...

Bem, a Universidade de Greenwich ocupa quatro prédios barrocos históricos, do final do século 17. Ela alugou esses prédios por 150 anos. Eles fazem parte, juntamente com o prédio King Charles ocupado pela escola de música Trinity, do antigo colégio real naval.

Escola de música Trinity

A história é longa! Começou com o palácio de Greenwich, construído no século XV, local onde nasceu o rei Henrique VIII e suas filhas e rainhas Mary e Elizabeth. Henrique VIII foi um rei importantíssimo para a Inglaterra. Foi casado 6 vezes e decapitou 2 rainhas, uma delas a Ana Bolenha, por quem rompeu com a Igreja Católica para se casar novamente (ele já era casado com a Catarina de Aragão, que não o deu um filho homem). Na verdade, essa é a versão romântica da coisa. Há quem diga que os reais motivos eram econômicos. Henrique VIII não queria dividir mais a riqueza da Inglaterra com a o Vaticano e, aproveitando os movimentos da Reforma iniciado por Lutero, ele se declarou o chefe maior da Igreja e criou o Anglicanismo, até hoje religião oficial da Inglaterra que tem como chefe supremo a Rainha Elizabeth II.

No século final do século XVII, o Palácio de Greenwich foi demolido e um hospital voltado para atender navegadores/marinheiros que voltavam feridos das guerras começou a ser construído no local. O prédio foi construído sem a parte central (parece que está faltando o meio) a pedido da rainha, que não queria perder a vista para o Tâmisa.

Queen Mary e King Willians - ao fundo a Queen's house

Queen Mary e King Willians ao fundo, vistos da Queen's House

No século XIX, o hospital foi fechado e transformado em colégio real naval, em atividade até 1998, quando a área passa a pertencer à Fundação de Greenwich.

Chegada pelo Tâmisa. Por onde a Realeza chegava

Universidade vista do Parque de Greenwich / Do outro lado do Tâmisa, Canary Wharf. Por Bernardo Velho.

Mas o que é imperdível nesses prédios barrocos é o Salão Pintado do King Willians (Painted Hall) e a capela do Queens Mary. O salão pintado, que foi criado para ser um refeitório para os marinheiros veteranos que moravam ali, tem o teto totalmente pintado. Demorou 19 anos para ser finalizado e as pinturas representam o poder da marinha britânica.

Painted Hall

Painted Hall

A capela é dedicada a São Pedro e São Paulo por conta das suas ligações com a água e mar. Ela também é cheia de símbolos navais, em homenagem aos marinheiros residentes do hospital que iam ali rezar todos os dias.

Capela por Bernardo Velho

Por conta dessas bonitas históricas construções, o local é muito usado como locação de filmes. Para citar alguns, Pirata do Caribe, Discurso do Rei, A Duquesa, A Dama de Ferro e Sherlock Holmes são alguns dos filmes que tiveram cenas gravadas lá.

Greenwich também é um dos bairros oficiais das Olimpíadas de 2012. Já estão rolando alguns eventos relacionados no campus.

Há outras atrações no bairro de Greenwich como o Observatório Real (onde passa a linha que divide o mundo em Oriente e Ocidente), o museu marítimo, o parque…mas eles terão que ficar para uma próxima! 🙂

Para mais informações, acesse o site: http://www.ornc.org/

Estação de metrô: Cutty Sark – linha DLR

Pode-se chegar a Greenwich de barco, pelo Tâmisa. Consulte os sites: http://www.thamesclippers.com/ e http://www.citycruises.com/

Anúncios

Miscelânia Cultural

6 nov

O maior ganho de estar em Londres é a oportunidade de entrar em contato com pessoas que nunca imaginei que um dia iria me deparar. A minha turma de mestrado é muito diversa. No começo ficava realmente desorientada a cada nacionalidade descoberta. Você é da onde? Sri Lanka. Você é da onde? China. Você é da onde? Paquistão. Você é da onde? Bangladesh. Você é da onde? Cazaquistão. Você é da onde? Índia. É claro que a cada resposta me maldizia por não ter prestado a atenção devida nas aulas de geografia do colégio.

Alguns brasileiros aqui ficam irritadíssimos quando as pessoas não sabem onde o Brasil fica ou acham que falamos espanhol. Acho perfeitamente normal que tal erro aconteça! Eu estudei geografia, mas confesso que perdi as palavras quando um menino me disse que era da Mauritânia e eu demorei um tempo para localizar esse país geograficamente e, pior, não ter o que dizer a essa pessoa. Não havia imagem na minha cabeça para a Mauritânia!

Tá certo que alguns vão argumentar que o Brasil é a quinto maior país do mundo em população e tamanho, tem a oitava maior economia e a maior população católica do mundo. Sim, mas mesmo se tratando de países com expressividade mundial em tamanho, economia ou seja lá o que for, por exemplo a China, o que realmente sei da China? Na minha turma tem um Venezuelano e eu me dei conta que não sei nada da Venezuela a não ser que o presidente de lá é Hugo Chávez. E se não fosse Borat, de repente não teria imagem para o Cazaquistão. E, sim, a surral novela de Glória Perez “Caminho das Índias” me serviu de fonte para perguntar às minhas amigas indianas o que era verdade ou não (na verdade fui obrigada pela minha irmã a perguntar se havia mesmo elefantes andando entre os carros. Que necessidade de saber isso eu não sei!? hahaha. Mas sim, é verdade. Parece que numa região específica da Índia os elefantes são sagrados e não podem ser enxotados!).

No começo tinha muita dificuldade em diferenciar os indianos do pessoal de Bamgladesh da minha turma. Eles se assemelham muito fisicamente! Até que um dia eu virei para uma indiana e falei “deixa fulano falar sobre a Índia, pois ele é indiano e vai ficar mais fácil para ele fazer as relações”. Senti que ela deu um pulo e falou enfaticamente “Mas ele não é indiano, ele é de Bangladesh!”. Nesse momento percebi que tinha cometido uma gafe e que para ela a diferença entre o povo dela e o de Bangladesh era mais do que clara.

Até que um dia voltei para casa no metrô com um rapaz de Bangladesh e aproveitei para perguntar com todo cuidado qual eram as principais diferenças entre eles e os indianos. Ele me disse “nós somos completamente diferentes! 90% da população do meu país é mulçumana, na Índia eles são hindus; os indianos gostam de música, dança, cores e nós somos mais reservados”. Pesquisando um pouco mais, os indianos são muito mais diversos. Há 23 línguas oficiais e muitas etnias vivendo no mesmo país; enquanto em Bangladesh há somente uma língua, o Bangla, e 98% da população é Bengali!!! Depois disso, passei a notar pequenas diferenças invisíveis aos meus olhos quando partia do pressuposto de que eles eram iguais…

No fim, ele me disse que adorava o futebol do Brasil, Kaká, Ronaldinho e que em Bangladesh eles levantam a bandeira para o Brasil na Copa!!! Sim, inegavelmente o futebol e o samba é a nossa imagem internacional, querendo ou não! Sim, é aquela visão bem estereotipada, igual a que nós temos quando pensamos em tantos outros países.

O mais engraçado é se dar conta de como somos vistos. Uma menina do leste europeu me achou super exótica quando soube que era do Brasil. Ficou impressionada em como eu tinha vindo parar em Londres, de tão longe! E uma outra da Rússia perguntou o que nós da América do Sul fazíamos para parecer tão jovens pois tanto eu e o venezuelano, apesar de beirármos os 30, parecíamos muito novos. hahahha. Tomei como um elogio, mas o “quase 30” pegou. Será a hora de esconder a idade do facebook? =)

Welcome Day: surpresas e estranhamentos!

16 set

Ontem foi o “welcome day” para os estudantes internacionais na universidade. Quase não fui, pois na programação que recebi, a maioria das informações eram voltadas para a vida no Reino Unido e todas as burocracias necessárias para a vida prática como, por exemplo, o funcionamento do sistema de transporte, o de saúde, detalhes sobre o visto de estudante (aqui estudante pode trabalhar até 20 horas, mas há algumas regras).

Enfim, como já moro aqui há algum tempo, estava inclinada a não ir e deixar para “começar os trabalhos” só na semana que vem, quando de fato meu programa de mestrado começa. Mas como uma parte desse “welcome” envolvia explicações sobre o laboratório de informática, biblioteca, tour pelo campus, decidi ir para não ficar completamente perdida na próxima semana.

E não é que foi legal? O evento foi muito bem organizado, com direito a almoço e vários estandes dando auxílios aos estudantes. Havia estande da polícia, do sistema de saúde, de bancos, academia. Fomos divididos em grupos e tudo ocorreu pontualmente.

E a surpresa foi saber que o meu campus é super histórico. Lá nasceu Henrique VIII e Elizabeth I, há uma capela maravilhosa e um “painted hall” de cair o queixo. E o dia estava ensolarado e o campus fica entre o Tâmisa e o parque de Greenwich, ou seja, para todo lado que se olha se tem uma bela vista. Mas depois farei um post dedicado à história do Campus, que ouvi no tour…

Mas o que mais me impressionou não foram as palestras sobre como encontrar emprego, abrir conta ou etc. Foi receber uma espécie de cartilha explicando os costumes ingleses. A princípio achei estranhíssimo, mas depois no desenrolar da fala das duas inglesas, me dei conta do quanto isso sim é necessário. É gente do mundo inteiro mesmo (Mauritânia, China, Malásia, Nepal, Paquistão, Irã), com uma cultura tão diferente que os hábitos ocidentais podem parecer bem mais estranhos do que para mim, que embora estrangeira também, venho de uma cultura ocidental e cristã.

Compartilho, então, o guia que recebi sobre como viver no Reino Unido, pois achei realmente estranho, engraçado e me fez pensar pra caramba o quanto estamos sempre tentando aprisionar existências tão diversas em imagens fechadas e estereotipadas como forma de dar conta do novo e do desconhecido. Vamos lá:

1. Os britânicos são reservados e tímidos e, por isso, eles não conversam com estranhos enquanto fazem compras ou nos transportes. Isso, de forma alguma, é pessoal! Não tente forçar essa conversa, pois será inconveniente…

2. Os britânicos são pontuais e é muito feio chegar atrasado por essas bandas (na verdade, a pontualidade não é tão britânica aqui não, mas com certeza aqueles atrasos homéricos dos brasileiros é mal visto. Ninguém vai esperar tanto tempo por você. A pontualidade é algo que conta sim e eles estão sempre tentando seguir essa regra)

3. Esse ponto foi o melhor para mim, sobre o toque: os britânicos não tem o hábito de se tocar durante uma conversa, e eles podem interpretar esse toque como algo agressivo ou muito emocional (?). Agora vou até colocar em inglês para ficar mais fiel o relato: “It may be usual for you to stand close to another person while in conversation. In the UK people usually maintain a distance of 60-110 cm, so do not be surprised if Bristish people move away from you when talking! Kissing and embraces are not usual in the UK on a first meeting”. hahahah…o melhor é a distância sugerida, de 60-110 cm…da onde tiraram isso?

4. Quando estiver falando com alguém, faça contato visual (em alguns países não se encara pessoa mais velha ou autoridades em sinal de respeito!). Entretanto, não é comum fazer contato visual com estranhos, como por exemplo no metrô. (e é verdade mesmo, as pessoas estão sempre com um jornal ou livro na cara para evitar esse “constrangimento”  imposto pelo olhar)

5. No Reino Unido, mulheres e homens tem os mesmos direitos e oportunidades;

6. Os britânicos usam a frase “Will you come for a coffee?” para convidar para um papo. Não necessariamente você precisar tomar café, pode ser um chá ou um suco. É recomendável que se vá nesse primeiro convite, a não ser que tenha um motivo de força maior pois, caso contrário, poderá ser interpretado como um “não” e você não será importunado numa próxima vez;

7. Fila é um hábito respeitado e quebrá-lo é considerado ofensa. (assim que cheguei vi um postal que sacaneava essa obsessão por filas. Era um inglês atrás de um poste formando a fila, mesmo não havendo ninguém no entorno…hahah)

8. Não tenha vergonha de dizer não. No Reino Unido dizer “não” não é falta de educação. Os britânicos prezam isso, pois só assim saberão exatamente o que você quer. (o pior que é isso mesmo. Há uma naturalidade em dizer não e não há desconforto algum nisso. Isso eu invejo mesmo!)

9. Não se choque se você ver britânicos cristãos bebendo. Não julgue e lembre que o pensamento aqui é outro.

10. O Reino Unido não é um país cristão praticante. Então há muitas pessoas diferentes vivendo da sua forma. Você ficará surpreso, mas é normal. (adorei essa!)

11. Se alguém te convidar para um jantar, vá preparado para pagar a sua parte. Aqui o hábito é esse e não aquele de quem convida paga.

Fiquei pensando “será possível mesmo criar um manual sobre toda uma população, que tem as suas particularidades e colocar tudo no mesmo saco?”. Com certeza não! Aposto que se eu lesse um manual sobre como são os brasileiros iria morrer de rir com as muitas baboseiras. Mas é fato que há algo sim que atravessa todos aqueles que fazem parte de uma mesma cultura, embora fique caricato quando escrito ou citado como verdade absoluta.

Fiquei imaginando que o nosso manual poderia ser exatamente o oposto: 1) Se alguém te convidar para jantar em casa, por favor, não chegue na hora. Provavelmente você será o primeiro e, no melhor das hipóteses, a pessoa estará no banho; 2) Se alguém te falar “Vamos nos falar, vamos nos falando…”, não espere nenhum telefonema ou contato do tipo. Essa tipo de frase significa “a gente se esbarra por aí, não precisamos forçar um encontro, vamos deixar para o acaso…”; 3) Não estranhe, se quando apresentado a alguém, em ser beijado e abraçado no primeiro contato. Esse é, em geral, o primeiro contato. Se beija e abraça e depois se conhece…hahaha…parece natural o nosso comportamento, mas não é e com tantos estrangeiros na cidade e na universidade, provavelmente surgiu a necessidade de dar um suporte, de reunir informações para atenuar o choque cultural que é para alguns quando se chega aqui…

Bem, voltando. Depois de passar por duas universidades públicas, não pude não me impressionar com o laboratório de informática! Uau…quanta organização, quantos computadores! E, também, é claro, não pude deixar de rir do pragmatismo em excesso dos britânicos na biblioteca, onde o carpete muda de cor para sinalizar zonas de silêncio absoluto e zonas mais flexíveis…hahaha.

Outra coisa que achei muito legal foi o suporte religioso. Há um grupo dedicado a te ajudar a achar locais para que você possa praticar a sua religião, seja ela qual for. Eles pesquisam os locais mais próximos da sua moradia, universidade e trabalho e te dão todo o suporte nesse sentido.

Bem, chega que esse post ficou giga. No fim das contas foi muito bom ter ido e ver como eles são preparados para receber os alunos de outros países. Até porque com uma população de 40% de estrangeiros, acho que não poderia ser diferente…

Greenwich University

Processo seletivo para Mestrado

24 maio

Este post é super especial, pois tem como objetivo contar uma notícia muitíssimo feliz! Fui aceita no mestrado!!! É claro que assim que recebi a notícia o frio na barriga bateu instantaneamente e por um minuto esqueci até de comemorar e já comecei a pensar “E agora?”, “Como vai ser?”, “Será que darei conta de fazer um mestrado em inglês, se em português já não é fácil?”. Todas as minhas inseguranças em relação à língua pipocaram em minha mente com uma potência…aff! Mas decidi que vou só me preocupar com isso em setembro, quando o mestrado de fato começa. Uma coisa de cada vez, Rhani!

Na verdade ainda não está certo, certo, pois ainda não me inscrevi oficialmente, mas tenho a oferta da vaga na mão. Me candidatei para três universidades e fui aceita nas três e ainda não me decidi por qual. Tenho que fazer isso para ontem…

A seleção de mestrado aqui é bem diferente do Brasil. No Brasil, é um processo é longo, tem que se ter um projeto de antemão, fazer prova específica, prova de línguas, entrevista…aqui não!

No meu caso funcionou da seguinte maneira: análise de histórico escolar, duas referências (acadêmica ou de trabalho), personal statement, preenchimento de uma ficha na qual você relata a sua experiência profissional e acadêmica e IELTS (International English Language Testing System), caso você seja estrangeiro. Dependendo da sua área de atuação, é exigido que se envie portfólio. Você pode optar também em fazer o mestrado full-time (em 1 ano) ou part-time (2 anos).

Somente uma das universidades que tentei exigiu que uma das referências fosse da academia, um ex-professor, tutor, etc. Nas outras, essas referências podiam ser do trabalho ou da academia, não importava.

O personal statement é uma espécie de carta que você envia à universidade contando um pouco sobre a sua experiência, as suas aspirações, as suas motivações para fazer esse mestrado, o que ele poderia te acrescentar e quais são seus planos para o futuro. É muito importante fazer um bom personal statement, pois é o momento que o avaliador tem de conhecer você e também de você convencê-lo porque merece a vaga. Há casos que há ainda um entrevista, os editais aventam essa possibilidade, mas no meu caso, felizmente, não precisei fazer. Recebi uma oferta incondicional! Ufa..

O IELTS é um exame de proficiência na língua. Ele é o mais aceito nas universidades daqui. Há dois tipos, o Academic Training e o General Training. O aceito nas universidades é o Academic Training. O exame consiste em 4 etapas: listening, reading, writing e speaking. Não é um exame difícil, o problema é o tempo. Você tem 1 hora para fazer 40 questões do reading e 1 hora para escrever duas redações, uma com 150 palavras e outra com 250. O listening também são 40 questões e não repete! E o speaking demora mais ou menos 15 minutos e consiste em 3 partes: a primeira é uma espécie de apresentação/entrevista; a segunda o examinador te dá um tema e você tem que falar de 1 a 2 minutos sem parar sobre ele; e a terceira é um debate entre você e o examinador, geralmente sobre o tópico que você acabou de comentar.

No IELTS não tem essa de ser aprovado ou não aprovado. Cada universidade decide a partir de qual nota aceitará determinado aluno. Na minha pesquisa, não vi nenhuma aceitando aluno com menos de 6. O máximo que vi cobrando foi  7.5.

Scores

Como disse, a prova não é difícil, mas o tempo é muito curto e então você tem que estar por dentro da prova. A melhor forma é fazer as provas anteriores para ir se familiarizando com o que vai ser exigido. Não cai gramática, nada disso. Acho que é uma prova mais de agilidade do que de habilidade…

Enfim, eu fiz um curso preparatório para IELTS aqui, no The English Studio. Para mim foi essencial, pois treinei bastante para a prova e tinha um professor para corrigir as minhas redações, já que não escrevia em inglês há muito tempo. Mas quem quiser estudar sozinho, eu achei diversos sites com exercícios, que me ajudaram bastante, principalmente no listening, habilidade que me dava mais mal nos exercícios. Eis os sites:

http://www.ielts-exam.net/

http://www.examenglish.com/IELTS/

http://learnenglish.britishcouncil.org/en/ielts

http://www.ielts-blog.com/

Agora é aguardar quais serão os próximos capítulos dessa “novela”  mestrado. Sensação estranha de que chegue logo e de que não chegue nunca ao mesmo tempo!!!